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População apóia licença-maternidade de seis meses

Arquivo 13/11/2007

O DataSenado entrevistou, em novembro, por telefone, 805 brasileiros de todas as capitais e maiores de 16 anos, dos quais 80% respondeu que concorda com o aumento da licença. O bebê é quem mais vai ganhar com a mudança, na opinião de 76%, e é a mulher, para apenas 14%. As proteções contidas no PL – isenção fiscal e adesão optativa por parte das empresas e das mulheres – aumentaram o apoio dos entrevistados. Quando informadas, 163 pessoas, que antes acreditavam que a prorrogação da licença poderia provocar redução de vagas de emprego para o sexo feminino, mudaram de idéia, restando apenas um quarto dos entrevistados com esse temor.

“Trata-se de um projeto moderno, que respeita a liberdade de escolha da sociedade civil”, definiu Dioclécio Campos Jr. que, em julho de 2005, juntamente com a OAB, entregou a proposição à senadora. “É o avanço possível neste momento. Queremos garantir a conquista para a Primeira Infância”, frisou Patrícia Saboya. “Quanto melhor se explica o projeto, maior é a adesão”, comemorou Paulo Paim. “É um marco civilizatório”, assinalou Tião Viana, aplaudindo a iniciativa democrática, e que objetiva proporcionar melhores condições para o estabelecimento do vínculo afetivo entre mães e filhos e para a amamentação. O PL 281 foi aprovado no Senado e precisa agora ser apreciado pela Câmara. A margem de erro da pesquisa é de 3,5% para mais ou para menos.

Leia a íntegra da pesquisa DataSenado