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Qualidade, informação e integração entre os responsáveis para combater a dengue

Arquivo 31/03/2008

Qualidade na assistência, informação para a população e integração entre os setores responsáveis. Esta é a proposta da Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro (Soperj) para o combate à dengue e para solucionar a “crise sanitária” do Estado. Desde janeiro, a Soperj tem se reunido com as autoridades, promovido cursos de atualização para os pediatras, transmitido informação aos médicos e à população pelo portal e em entrevistas à imprensa. Nesta terça-feira, 01 de abril, a diretoria e integrantes do Comitê de Infectologia da Soperj se reúnem com as Secretarias de Saúde do Município e do estado, com participação do secretário Sérgio Côrtes. Na pauta, um protocolo unificado de atendimento às crianças com dengue. Nos próximos dias, a entidade realiza treinamento para os pediatras da rede pública e particular, solicitado pela Secretaria estadual. Em março, um curso foi realizado na sede da entidade.

Correspondência de 24 de março ao Secretário Sérgio Côrtes, assinada pela presidente Fátima Coutinho e por toda a diretoria executiva da Soperj, propõe “esforço conjunto e organizado” para enfrentar a crise. Citando o “baixo investimento” na saúde ocorrido nos últimos anos, sugere, entre as soluções, que “recursos humanos sejam criteriosamente definidos de forma a assegurar a melhor forma de atendimento”. O texto enfatiza que a exigência do “Título de Especialista em Pediatria (TEP) concedido pela SBP ou a residência médica em pediatria realizada em instituição credenciada pelo MEC constituem-se em condições mínimas para tal”.

Ao mesmo tempo, o prefeito do Rio de Janeiro assinou decreto determinando a contratação de médicos com título de especialista ou área de atuação registrados no Conselho Federal de Medicina(leia a íntegra).

Também ao secretário estadual de Saúde, a Soperj encaminhou documento no qual se propõe a colaborar para “melhorar o nível da assistência à infância e à adolescência” e, com apoio da SBP, elaborar protocolo, capacitar profissionais, sugerir critérios mínimos para a seleção de pediatras, objetivando a contratação emergencial, fornecer lista de profissionais com o TEP que residam no Rio de Janeiro, entre outras ações. Saiba mais, acessando o www.soperj.org.br

Veja a entrevista com dra. Fátima Coutinho para o jornal Bom Dia Brasil