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Rio Grande do Sul e a valorização da pediatria

Arquivo 09/08/2011


Drs. Ilson Enk (SPRS), José Paulo Ferreira (presidente da SPRS), Milton Macedo de Jesus (diretor de defesa profissional da SBP) e Eduardo Jaeger (SPRS)

Aprovada pelos representantes das regionais no IV Fórum de Valorização do Pediatra, “a garantia pelas operadoras de saúde suplementar de cobertura integral para o atendimento médico adequado a crianças e adolescentes pelo pediatra” será discutida em assembleia geral da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) no dia 19 de agosto, na sede da entidade. O Fórum ocorreu em julho, paralelamente à quarta edição do Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria e ao II Simpósio Sul Americano de Pediatria, que reuniram mais de mil inscritos em Porto Alegre, entre pediatras, residentes e estudantes de medicina. Satisfeito com o resultado dos eventos, o presidente da SPRS, dr. José Paulo Ferreira, comemora a “troca de experiências” e aposta na “mobilização em defesa profissional”.


Da esq. para a dir., os drs. Cláudio Galvão de Castro Jr. (RS), Danilo Blank (SPRS), Eduardo Vaz (presidente da SBP) e Patrícia Miranda do Lago (SPRS)

No Congresso, que repetiu o bem sucedido modelo de atividades em sala única, com temas escolhidos em pesquisas entre os associados, dr. Eduardo Vaz apresentou palestra sobre “As perspectivas para a pediatria no novo milênio”.  O debate sobre a situação profissional na América Latina contou com as contribuições das dras. Ana Cristina Mariño Drews, da Colômbia, e Margarita Ramonet, presidente da Sociedade Argentina de Pediatria e secretária-geral da Associação Latino-americana de Pediatria (ALAPE).


Mais de mil congressistas acompanharam o encontro anual da SPRS

No documento aprovado no Fórum, estão também a exigência das operadoras de saúde suplementar do valor mínino preconizado pela CBHPM (com banda superior) para consulta pediátrica e demais procedimentos; a garantia de reajuste anual para todos os serviços pediátricos pelo índice autorizado pela ANS às operadoras de saúde; a adoção do salário mínimo para pediatras que trabalhem em serviço público ou privado com o valor defendido pelo Encontro Nacional de Entidades Médicas (ENEM) e a recomendação aos pediatras para que somente aceitem trabalho assalariado em instituição que tenha plano de cargos, carreira e salários.