Dúvidas comuns sobre a amamentação

Departamento Científico de Aleitamento Materno 

  • Cada fase da vida do bebê traz desafios que precisam ser enfrentados para uma boa amamentação. Neste sentido, a informação é fundamental. Uma mãe que não foi bem orientada desde o pré-natal, que não tem uma boa rede de apoio, que não é escutada e acolhida, pode ter dificuldades em identificar situações que colocam a amamentação em risco. As redes sociais, por exemplo, estão repletas de mães com dúvidas e que buscam, através dos grupos, dos sites, respostas atualizadas, simples e de leitura rápida. Depois, com mais tempo, a procura pelas recomendações mais amplas e mais abrangentes tem contribuído para o empoderamento materno. A seguir, elencamos algumas das dúvidas mais frequentemente postadas nas redes sociais e grupos de mães, que podem trazer desconforto e insegurança e que, se esclarecidas, contribuem para a manutenção da amamentação.

  • A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é aleitamento materno desde a sala de parto, exclusivo e em livre demanda até os 6 meses, e mantido, junto com outros alimentos saudáveis, até os 2 anos ou mais. Os intervalos entre as mamadas e sua duração são determinados pela criança. Com o tempo, o leite sai mais fácil e o bebê suga mais, tornando a mamada mais eficaz. Isso fará diminuir a duração e a frequência das mamadas. 

  • Uma consulta com o pediatra a partir da 32ª semana de gestação, conforme recomenda a SBP, pode esclarecer a respeito da pega e posições adequadas para mamar, livre demanda, o que fazer se a mama estiver muito cheia, como prevenir rachaduras e dor nas mamadas. Assim, com conhecimento e empoderada, a mãe pode tomar decisões baseadas na boa informação a respeito da amamentação e, durante as consultas de rotina, a partir do 5º dia de vida do bebê, esclarecer dúvidas e estabelecer uma parceria com o pediatra, profissional fundamental no acompanhamento da saúde da criança

  • Enquanto for necessário para o bebê, ele pode mamar de dia e à noite, em livre demanda. Com o tempo, mesmo antes da introdução dos outros alimentos, o que deve ser feito apenas após o sexto mês, a livre demanda se ajusta às suas necessidades e a oferta sempre dos dois seios em cada mamada começa a adquirir um ritmo mais regular, espaçando as mamadas noturnas. Durante as consultas com o pediatra, essa orientação pode ser adequada para cada caso individual, pois envolve outros fatores familiares.

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