Como evitar acidentes com crianças neste fim de ano?

O final de ano requer cuidados redobrados para evitar acidentes com as crianças e adolescentes, tantos em razão das festas de Natal e Ano Novo como das férias escolares. O primeiro aspecto a ser considerado são os presentes de Natal. É importante sempre observar se o brinquedo que seu filho ganhou é apropriado para a idade, se não possui peças pequenas que possam ser engolidas ou aspiradas, e se conta com o selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), que certifica sua segurança.

Se o presente for uma bicicleta, patins ou skate, certifique-se que seja usado com capacete e joelheiras. Também tenha atenção aos enfeites de Natal, como bolinhas que caibam na boca e provocam asfixia. No Réveillon, atente-se para os fogos de artifício, para que não fiquem ao alcance ou muito próximos do seu filho e possam causar queimaduras.

A segurança na hora de viajar também é fundamental. Quando utilizados da forma correta, os dispositivos de retenção veicular infantil, como bebê conforto, cadeirinha, assento de elevação e cinto de segurança, reduzem em até 71% o risco de morte de crianças em caso de acidentes. Por isso, é fundamental contar com o equipamento adequado para a idade, peso e altura do seu filho.

Bebê conforto: deve ser usado até 1 ano de idade e em bebês com até 13 kg.

Cadeirinha: recomendada de 1 a 4 anos e para peso máximo de 18 kg.

Assento de elevação: 4 a 10 anos, até 36 kg. Indicado até a criança atingir 1,45m de altura, para ser utilizado com cinto de segurança de 3 pontos.

Cinto no banco traseiro: a partir de 10 anos de idade.

Afogamento

Todos os dias, cerca de três crianças morrem vítimas de afogamento no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. Essa é a segunda maior causa de morte em crianças com até 9 anos no país. Porém, é necessário entender que o problema não se trata apenas de um acidente, pois há muitas formas de prevenção. De acordo com a coordenadora do Departamento de Terapia Intensiva, Urgência e Emergência da SGP, Thaís Miyagui, para evitar que seu filho se afogue, não se pode tirar o olho dele nem por um segundo.

“É preciso evitar o celular e outras distrações quando a criança estiver na água, pois a falta de supervisão de um adulto nesse momento pode ser fatal. Além disso, deve-se mantê-la com colete salva-vidas o tempo todo, inclusive na piscina. Lembrando que bebês também podem se afogar em banheira, pia, vaso sanitário, baldes e bacias”, alerta a pediatra.



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