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Programação intensa, boa participação e adesão à campanha #Eupediatra marcaram o XII Congresso da Soperj

Filiadas 17/10/2016

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Aspectos da infecção pelo Zika vírus e seu impacto na saúde pública; valorização profissional, doenças sexualmente transmissíveis na adolescência; meio ambiente; asma; câncer; diabetes; saúde mental. Este e vários outros temas compuseram a programação científica do XII Congresso da Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro (Consoperj), realizado entre os dias 10 e 12 de outubro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

Com foco nas “Emergências em Pediatria”, o Congresso buscou atrair o interesse dos especialistas mais jovens. Um exemplo do êxito da estratégia foi o curso Primeiro Atendimento de Crianças Vítimas de Trauma, que teve as vagas preenchidas. “Foi um sucesso! ”, comemorou a presidente da Soperj e do Congresso, dra. Isabel Rey Madeira.

Ao longo de três dias, foram realizadas mais de 60 atividades, com a participação de renomados especialistas brasileiros, que apresentaram suas experiências por meio de conferências, mesas-redondas, seções interativas, painéis e fóruns aos mais de 1.400 congressistas. Muitos deles vieram de outros estados e até do exterior.

“Essa edição alcançou o objetivo de nacionalizar o congresso, estimulando a participação de pediatras de outros locais e visando a atualização por meio da educação continuada. Tivemos participantes vindas de Portugal, sendo que uma delas fez o curso de Reanimação Neonatal”, frisa a presidente da Soperj.

Outro destaque na programação do Consoperj foi o lançamento regional da Campanha #Eupediatra – cuidando do futuro do Brasil, com a adesão maciça dos participantes na iniciativa proposta pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) com o intuito de promover a valorização profissional.

Cada participante recebeu uma camiseta com o símbolo da campanha. Empolgados pela proposta e com a forma como vem sendo conduzida pela atual gestão da SBP, os congressistas cariocas vestiram a ideia. “Essa iniciativa representa o resgate do orgulho que todos têm de serem pediatras.  A SBP está trabalhando efetivamente para que todas as instâncias governamentais possam “ouvir a voz dos pediatras” em relação às políticas públicas e privadas voltadas às crianças e aos adolescentes e sua família”, ressalta o dr. Sidnei Ferreira, secretário-geral da entidade.