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Método Canguru é tema de curso em hospital de referência em Porto Velho (RO)


Com a meta de estimular o cuidado humanizado ao recém-nascido de baixo peso, a Coordenação Estadual de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, a Coordenação Estadual do Método Canguru e o Ministério da Saúde, em parceria com o Núcleo de Educação Permanente (NEP) do Hospital de Base Ari Pinheiro (HBAP), promoveram um curso de sensibilização do método canguru no HBAP.

A iniciativa foi acompanhada por vários pediatras, além de outros profissionais da saúde, no Estado. “Essa iniciativa em Porto Velho (RO), conduzida por um grupo coeso, experiente e com apoio do Ministério da Saúde, é de extrema importância para a recuperação de todas as crianças que precisam permanecer por período de longo tempo nas UTIs neonatais e infantis”, comenta o presidente da Sociedade de Pediatria de Rondônia (Sopero), dr. José Vasques de Miranda.

INTERESSE SOCIAL – O tema interessa, sobretudo, a pediatras, obstetras, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas e gestores da saúde, que atuam na assistência de bebês de baixo peso e suas famílias.

Por meio de exposições dialogadas, oficinas e dinâmicas de grupo, foram abordados vários aspectos ligados à metodologia canguru e suas normas. O intuito é motivar a implantação e implementação na unidade hospitalar. No total foram, 24 horas-aulas, divididas em turnos de 8h diárias, no período de 20 a 22 de novembro.

O Método Canguru (MC) é um modelo de assistência perinatal que visa o cuidado humanizado ao recém-nascido (RN) de baixo peso, reunindo estratégias de intervenção biopsicossocial. Dessa forma, busca uma mudança de atitude na abordagem do RN de baixo peso, com um cuidado diferenciado para esses bebês que se estressam e sentem dor.

PERINATAL - Além disso, o Método Canguru foi instituído como Política Nacional de Saúde em julho de 2000, publicada na Portaria GM nº693. Hoje, ele foi regulamentado pela GM nº 1.683, de julho de 2007. De acordo com a dra. Telma Márcia Ferreira, neonatologista e Coordenadora Estadual do Método Canguru (RO), o modelo brasileiro do MC busca melhorar a atenção perinatal, promovendo contato pele a pele precoce, o que cria maior vínculo entre o bebê e sua família.

Para a neonatologista, posição canguru faz parte de um conjunto de boas práticas e de mudanças de paradigmas no cuidado neonatal defendido pelo MC, mas não se pode restringir o entendimento do método à esta posição. “O Método também estimula o aleitamento materno, promove controle térmico, reduz estresse e dor, infecção hospitalar e melhora o desenvolvimento neurocomportamental. Além disso, já temos evidências científicas que mostram a redução da morbimortalidade com a utilização dessas boas práticas”, explica.

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