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Novo Guia Prático aborda uso da Caderneta de Saúde com foco em crianças de 0 a 2 meses

Já está disponível para acesso e download o 2° volume do Guia Prático de Atualização da Caderneta de Saúde da Criança e do Adolescente. Elaborado pelo Departamento Científico de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e patrocinado pela Mead Johnson, a publicação tem o objetivo de fornecer ao pediatra instruções para a avaliação de aspectos do desenvolvimento de crianças entre zero e dois meses de idade.

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No documento, são apresentadas orientações sobre os principais marcos de desenvolvimento oferecidos pela Caderneta e a conduta clínica mais indicada caso sejam observadas dificuldades para atingir as metas preconizadas para essa faixa etária. O Guia Prático destaca ainda a necessidade da análise periódica do paciente com ênfase nas áreas da linguagem, desenvolvimento motor, sensorial e psicossocial.

Entre as principais instruções descritas para acompanhar o funcionamento motor, destacam-se a análise da flexão dos dedos das mãos e pés; da tentativa de sucção; de marcha; dos movimentos reflexivos da cabeça; e da extensão e abdução dos membros superiores. Os reflexos estão presentes em todos os recém-nascidos a termo, “sendo considerados fisiológicos nos primeiros meses de vida”, segundo o documento.

A segunda edição do Guia Prático integra uma série de 11 volumes, organizados por faixa etária, especialmente desenvolvidos pela SBP para auxiliar os pediatras a utilizar a Caderneta da Criança e do Adolescente. A iniciativa surgiu após a aprovação da Lei 13.438/2017, em outubro, que torna obrigatória a adoção da Caderneta em consultas pediátricas para todas as crianças durante os seus primeiros 18 meses de vida.

SISTEMA SENSORIAL – A avaliação do sistema sensorial (capacidade visual e auditiva) precisa ocorrer também nas primeiras consultas. Segundo o Guia, utilizar chocalhos e posicionar o próprio rosto, sempre a aproximadamente 30 centímetros acima da criança, são procedimentos eficazes para constatar uma reação evidente.

Métodos para estimar o nível de interação psicossocial e da linguagem também são recomendados. “O examinador deve perguntar aos pais ou tutores se a criança sorri, e, durante a consulta, observar se, ao sorrir e conversar, o bebê responde com um sorriso”, esclarece o texto.

A publicação ressalta ainda a importância da assistência pré-natal adequada, principalmente por permitir a detecção de fatores de risco pré-natais ou perinatais que podem causar nascimento prematuro e doenças e doenças que afetam o desenvolvimento da criança.

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