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Antivacina: o medo vence a ciência?

Saiu na imprensa 19/04/2017

360-fehoesp

 

Publicado em abril de 2017 

(…) Segundo a Academia

Americana de Pediatria, as vacinas são responsáveis pela a erradicação da varíola no mundo, em 1977, e da poliomielite no Ocidente, em 1991. É por meio delas que as mortes de 2,5 milhões de crianças podem ser prevenidas. De acordo com o pesquisador Guido Carlos Levi, autor do livro “Recusa de Vacinas, Causas e Consequências”, num prazo de dois séculos as vacinas foram responsáveis por um aumento de 30 anos na expectativa de vida das pessoas. 

“O continente americano tem se demonstrado pioneiro nos programas públicos de vacinação e foi o primeiro a erradicar a poliomielite, a varíola, o sarampo e a rubéola. Não enxergar o seu benefício é um completo equívoco. Foram as vacinas que permitiram que as taxas de mortalidade fossem decrescendo e houvesse queda de mortalidade infantil”, salienta Renato Kfouri, presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). 

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