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Especialista faz alerta sobre imunodeficiência primária, durante evento de Doenças Raras, em São Paulo

Saiu na imprensa 17/02/2017

Muitos_somos_raros

Publicado em 16 de fevereiro de 2017.

(…) No Brasil, estima-se que 170 mil indivíduos sofram com o problema, que, se diagnosticado precocemente, poderia, nos casos mais graves, ser tratado com transplante de células hematopoiéticas, provenientes de medula óssea ou cordão umbilical. “A terapia gênica (introdução de material genético saudável no organismo para corrigir erros no DNA), representa, em futuro próximo, uma técnica promissora para tratamento de imunodeficiências primárias”, acrescenta Magda Sampaio, do Grupo de Trabalho de Doenças Raras da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

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