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No Correio Braziliense, artigo da SBP exalta os benefícios da amamentação para indivíduos e a sociedade

Saiu na imprensa 19/08/2016

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O jornal Correio Braziliense, um dos principais do País, publicou artigo assinado pelas dras. Luciana Rodrigues Silva, presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), e Elsa Giugliani, presidente do Departamento de Aleitamento Materno da mesma entidade, que fazem um paralelo sobre estreita relação entre a amamentação, a economia e a sustentabilidade. No texto, publicado na edição de 12 de agosto, as autoras chamam a atenção para os benefícios do aleitamento materno e suas contribuições para a vida em sociedade e o planeta.

A publicação do artigo integrou o esforço da SBP para dar visibilidade ao assunto em agosto, quando se comemorou a Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM), que, em 2016, foi comemorado entre os dias 1º e 7 deste mês. As atividades acontecem a 20 anos, em todo o mundo, e têm como objetivo informar a população para empoderá-la e promover a amamentação exclusiva até os seis meses de vida, podendo ser complementada até os dois anos ou mais.

No Brasil, a SBP é a responsável por estimular a prática entre as famílias. No artigo, as autoras destacam o rol de vantagens individuais e coletivas decorrentes do ato de amamentar e defendem sua prática como forma de prevenir doenças, promover a saúde de crianças e trazer ganhos em escala, inclusive para o meio ambiente e a economia. Para elas, trata-se de um tema que deve ser visto de forma prioritária e inadiável.

Estudos comprovam que a amamentação é estratégia capaz de salvar a vida de 13% das crianças menores de cinco anos em todo o mundo. Ou seja, em média, seis milhões de crianças, anualmente. Também há o consenso de que o leite materno possui nutrientes capazes de promover o crescimento e o desenvolvimento do sistema nervoso e o aprendizado infantil, bem como de que crianças bem amamentadas estão mais protegidas contra doenças infecciosas e respiratórias, diarreias, colesterol alto, diabetes e obesidade.

Os especialistas afirmam que, além de fortalecer o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê, a amamentação respeita a natureza, pois não gera gastos com papel, alumínio, latas, plásticos e ainda ajuda a preservar o meio ambiente. Isto é, diferentemente das fórmulas artificiais, o leite materno é um alimento renovável, produzido e fornecido sem poluição e desperdícios. Para que essa prática continue sendo estimulada e seguida pelas famílias é importante o apoio de todos e a colaboração entre os vários setores e profissões.

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

Baixe aqui o arquivo do Correio Braziliense