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Em entrevista à Folha de São Paulo, Presidente da SBP defende ampliação da licença-maternidade para 12 meses

SBP em Ação 03/05/2017

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A presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), dra Luciana Rodrigues Silva, voltou a defender a ampliação do prazo da licença-maternidade para 12 meses. Foi em entrevista concedida ao jornal Folha de São Paulo, que publicou ampla reportagem sobre o assunto em sua edição de 30 de abril. A contribuição da representante da SBP ajudou na qualificação da relevância da medida para o País.

“Defendemos que as mulheres tenham, no mínimo, um ano de licença. O prazo dado aos homens deveria seguir os mesmos critérios, proporcionalmente. Se o Governo quer oferecer saúde e qualidade de vida às futuras gerações deve atuar para que esses parâmetros sejam adotados o mais rápido possível”, disse a dirigente da SBP.

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IMPACTO POSITIVO - A defesa pela ampliação do prazo de licença-maternidade confere uma luta histórica da SBP, que insere o tema como uma medida com impactos positivos para a assistência pediátrica e o desenvolvimento integral das crianças brasileiras. A Folha de São Paulo abordou o tema a partir da decisão de um escritório de advocacia que passou a oferecer seis meses de licenças maternidade e paternidade para seus funcionários.

O benefício, que passou a ser chamado de “licença-família”, passou a ser oferecido desde março desse ano, sem distinção de gênero na tarefa de cuidar dos filhos. A empresa também concedeu o mesmo direito aos casais homoafetivos e para os funcionários que adotarem uma criança, independentemente da idade.

Na entrevista ao jornal Folha de São Paulo, um dos veículos de imprensa mais influentes do Brasil, a presidente da SBP, dra. Luciana Silva, elogiou a iniciativa da ASBZ, mas afirma que o País não pode viver de exceções. Ela frisa que é preciso que haja uma “regra clara” a ser cumprida por empresas e órgãos públicos.  Segundo ela, “estudos científicos comprovam que os primeiros três anos de vida são insubstituíveis para o crescimento e o desenvolvimento do bebê, o que justifica e torna extremamente necessária a presença contínua dos pais ao seu lado por um período”, explica a pediatra.