Fundação


Memorial da Pediatria Brasileira




>> Pequeno documento áudio-visual do Museu da Pediatria Brasileira

>> Historia do Memorial da Pediatria Brasileira Lincoln Freire


Conhecendo um pouco da história e localização

O Memorial da pediatria Brasileira está situado na cidade do Rio de Janeiro Capital, na Rua Cosme Velho nº 381, no bairro do Cosme Velho, que é um dos principais roteiros turísticos da cidade e visitados por milhares de pessoas durante o ano todo.

Historicamente o bairro do Cosme Velho surgiu a partir do limítrofe bairro de Laranjeiras que se desenvolveu às margens do rio Carioca, a partir de 1567, quando as referidas terras da região foram doadas em regime de sesmaria aos membros da família paulista do patriarca "Cristóvão Monteiro", que abriram roças, edificaram casas e até um moinho de vento para beneficiamento dos cereais colhidos em suas plantações. No século XVII teve início à captação das águas do referido rio para o abastecimento da cidade e no século XX ele foi coberto. A importância do rio Carioca foi fundamental, como fonte abastecedora de água potável para o Rio de Janeiro. Devido a este fato, aos poucos, foram surgindo na região chácaras rústicas e luxuosas. Todavia foi em 1880 que a região alcançou um grande desenvolvimento devido à "Companhia de Fiações e Tecidos Aliança" que se instalou na Rua General Glicério, atraindo assim os primeiros comerciantes. A Fábrica funcionou até 1938 e foi responsável pelo aparecimento no Bairro das primeiras vilas operárias. Os bondes elétricos foram instalados pela Companhia Jardim Botânico e iam até ao local conhecido como a Bica da Rainha no Cosme Velho, que tinha este nome porque era freqüentada pela Rainha Dona Maria I e sua nora Dona Carlota Joaquina.

Quando a Fábrica foi fechada, seus operários foram procurar trabalho nos subúrbios e a região começou a se tornar valorizada. O bairro de Laranjeiras e o bairro do Cosme Velho transformaram-se em um importante elo de ligação entre a Zona Norte e Sul, com a abertura do Túnel Santa Bárbara, em 1964 e do túnel Rebouças em 1965. O bairro do Cosme Velho, também, guarda o charme dos “Bairros” marcados pelo passado, que foi endereço de condes, escritores, compositores e muitas pessoas ilustres, como Machado de Assis.

O Memorial da Pediatria Brasileira está situado no terreno acima e contíguo ao da Bica da Rainha que devido a sua importância histórica é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional - IPHAN. O Memorial abriga um Museu que conta à história da Pediatria Brasileira e o Centro de Pesquisa e Documentação, ambos situados ao centro de um “bucólico jardim” freqüentado por animais da fauna silvestre brasileira. Nela encontramos facilmente micos, macacos, gambás e esquilos que, aproveitam a tranqüilidade e pujança de alimentos para visitar o espaço freqüentemente.

Importância Turística

Quando falamos da cidade do Rio de Janeiro, logo nos lembramos de seu maior símbolo o Cristo Redentor e da Estação do Trem do Corcovado que dá acesso a ele. Além deste importante atrativo turístico, este “pedacinho” do bairro do Cosme Velho, abriga uma das principais Igrejas da cidade que é a de São Judas Tadeu e dois outros grandes atrativos turísticos o Largo do Boticário e o Museu Internacional de Arte Näif. O Memorial da Pediatria Brasileira encontra-se a menos de 200 metros destes pontos turísticos, além de ser cercado de várias escolas tradicionais, como o Colégio Sion e o Colégio São Vicente de Paulo.

Cristo Redentor

Largo do Boticário

Museu Internacional Naïf

Museu e o Centro de Pesquisa

O Memorial da Pediatria Brasileira possui grande valor turístico, histórico e social, contribuindo para a comunidade local e, também para a classe estudantil e médica. Em suas salas de exposição é possível fazer um passeio pela história da Pediatria, seus principais vultos e eventos.

A exposição está aberta ao público das 9h às 16h e contribui para o estudo da história da Pediatria no Brasil, reunindo objetos a ela relativos que se encontravam dispersos em estabelecimentos oficiais e particulares. O Memorial como seu repositório natural os mantêm em seu museu, que os conserva e expõe, contribuindo, como escola da memória, para o culto de nosso passado e preservação permanente da história pátria da pediatria.

O espaço museológico conta, ainda, com uma biblioteca e um centro de documentação que possibilita ao público consulente a pesquisa no local e via Internet. Para viabilizarmos os trabalhos contamos com uma equipe técnica altamente capacitada de profissionais na área de museologia e de biblioteconomia.

Passeando pelo Museu

1. Foto da “Sala das Campanhas” - exposição permanente - é dedicada às iniciativas realizadas pela SBP e parcerias, no intuito de fomentar a vacinação, o aleitamento, o combate à violência contra a criança e o adolescente, bem como, a saúde da criança indígena.

2 . Foto da sala que prestigia a indumentária, os diplomas, as canetas que fizeram parte da história dos médicos pediatras e o painel referente a mulheres que foram pioneiras na profissão.

3. Foto da sala que retrata uma ambientação do médico trabalhando, na qual vêem-se aparelhos utilizados em seu dia-a-dia e a cadeira utilizada para cirurgia de retirada das amídalas.

4. Foto da salaem homenagem a SBP e Nestlé, painéis e vitrine com fotos, exemplares dos “Cursos Nestlé de Atualização em Pediatria” e estatueta em homenagem aos 40 anos do curso. Busto de Louis Pasteur (1822-1895), que foi considerado o “Pai da Bacteriologia”.

5. Foto da sala que retrata uma ambientação de um consultório médico ao fundo vê-se painel que trata do papel do médico pediatra.

6. Na varanda do Memorial da Pediatria Brasileira está exposto um exemplar denominado “Emerson Respirator, fabricado pela S.H. Emerson Co, proveniente do estado de Massachusetts, nos Estados Unidos da América, datado de 1920 e que pertenceu ao Hospital Municipal Jesus.

Da Biblioteca e o Centro de Documentação e Pesquisa

Na Biblioteca e no Centro de Documentação existente, no Memorial da Pediatria Brasileira, podemos encontrar diversas coleções de documentos, que pertenceram a pediatras renomados, bem como, material produzido pela Sociedade Brasileira de Pediatria – SBP, os documentos pertencentes ao seu arquivo e de suas filiadas, provenientes de todo o território nacional.

Neste espaço o consulente tem acesso a documentos textuais, fotográficos e sonoros. Em especial, pode usufruir o acervo de livros brasileiros e estrangeiros, de autores clássicos, na área de pediatria, e, ainda, de livros contemporâneos de autores nacionais. Este rico acervo está à disposição no local, ou seja, na sala de consulta e, também, via e-mail, facilitando desta forma a pesquisa do interessado.

O Centro de Documentação conta, também com um Banco de Dados de trabalhos acadêmicos sobre pediatria – tanto dissertações de mestrado e teses de doutorado, na área de pediatria, quanto dissertações de mestrado e teses de doutorado em outras áreas da medicina. Este banco traz informações sobre os trabalhos produzidos a partir de 1975 e já possui 1.400 itens registrados.

Como, um pequeno exemplo, deste precioso acervo, podemos destacar alguns títulos, a saber:

LIVROS IMPORTANTES:

A VIDA DO BEBÊ – temos várias edições, inclusive a 1ª edição (1941) – Dr. Rinaldo De Lamare;
ALIMENTACIÓN Y CUIDADO DE LOS NIÑOS – Dr. L. Emmett Holt;Histoire Illustrée de la Pédiatrie;
ALIMENTAÇÃO DA CRIANÇA – Dr. César Pernetta (várias edições);
ALEITAMENTO MATERNO: UM GUIA PARA PAIS E FAMILIARES – Dr. José Dias Rego;
BREVIÁRIO DAS MÃES E DAS ENFERMEIRAS – Dr. W. Birk e A. Mayer (1930);
COMPÊNDIO DE PEDIATRIA E ARQUITETURA – Dr. José Martinho da Rocha;
CAUSAS E REMÉDIOS SOCIAIS DA MORTALIDADE INFANTIL – Dr. Pedro de Alcântara (1945);
EMERGÊNCIAS EM PEDIATRIA – Dr. Augusto Gomes de Mattos (várias edições);
INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DA PEDIATRIA E PUERICULTURA NO BRASIL – Dr. José Martinho da Rocha;
PEDIATRIA BÁSICA – Dr. Pedro de Alcântara e Dr. Eduardo Marcondes;
SEMIOLOGIA INFANTIL – César Pernetta;Livro das mães – Dr. Fernandes Figueira (1920);
VOCABULÁRIO MÉDICO: FRANCÊS–PORTUGUÊS – Dr. Fernandes Figueira (1925 –1ª edição);
ELEMENTO DE SÉMÉIOLOGIE INFANTILE – Dr. Fernandes Figueira;
PUERICULTURA: HIGIENE ALIMENTAR E SOCIAL DA CRIANÇA – Dr. Martagão Gesteira;
CARTILHA DAS MÃES – Dr. Martinho da Rocha;Guia das mães – Dr. Wittrock;
DO EXERCÍCIO E ENSINO MÉDICO NO BRAZIL – Dr. Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo (1874);
DYSPEPSIAS E SEU TRACTAMENTO: THESE – Dr. Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo;
JUNTO AO BERÇO – Dr. Tacito Monteiro de Carvalho e Silva;
UM COMPROMISSO COM A ESPERANÇA: HISTÓRIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA – 1910-2000 – Glauco Carneiro;
HISTÓRIA DA PEDIATRIA BRASILEIRA: COLETÂNEA DE TEXTOS E DEPOIMENTOS – Dr. Álvaro Aguiar e Dr. Reinaldo Menezes Martins.

PERIÓDICOS IMPORTANTES:

JORNAL DE PEDIATRIA;
ANAIS NESTLÉ;
PEDIATRIA PRÁTICA;
MANUAIS DA SBP.

DIVERSOS:

TESES E DISSERTAÇÕES;
ANAIS DO CONGRESSO BRASILEIRO DE PEDIATRIA;
ANAIS DE CONGRESSOS DE ESPECIALIDADES PEDIÁTRICAS;

OBRAS RARAS:

COLEÇÃO MONCORVO FILHO.

A “Coleção Moncorvo” é composta por 19 títulos, com datas que variam de 1874 a 1940, neste momento, ela está passando por uma avaliação técnica e foi iniciada a sua restauração. Visto que, vários livros chegaram, ao Memorial da Pediatria Brasileira, em péssimo estado de conservação. Portanto, cada livro exigirá um cuidado especial e diferenciado, para que não percam suas características originais.

A equipe do Memorial da Pediatria Brasileira, por iniciativa do Dr. Lincoln Freire – Presidente da Fundação Sociedade Brasileira de Pediatria – FSBP, está empenhada na “Campanha para Captação dos fascículos do Jornal de Pediatria, Anais de Congressos Brasileiros de Pediatria, revista Correios da SBP, Pronap e Anais de Congressos de Especialidades Pediátricas e Manuais” , uma vez que, necessitamos completar nossas coleções. Em razão disso está sendo solicitada a colaboração dos médicos pediatras que possam ter disponibilidade de doar os números faltantes para completar o nosso acervo.

Da Preservação e Conservação do Acervo

O Memorial da Pediatria Brasileira está localizado em um bairro extremamente úmido, da cidade de Rio de Janeiro que, além de ser uma cidade a beira-mar, está em uma região montanhosa, dentro da mata atlântica. Neste cenário, possuímos uma exposição basicamente montada com papel, madeira e tecido, além de um acervo bibliográfico, todos altamente perecíveis.

Hoje, é conhecido que a forma de degradação de acervos é diversificada, podendo ser de natureza química (hidrólise e oxidação) ou biológica. Todavia, é unânime que quase todas estão associadas aos níveis de temperatura e umidade relativa.

Resolvemos, adotar uma solução alternativa com a utilização consorciada de alguns aparelhos. Primeiro termo-higrômetro, segundo desumidificadores, terceiro sílica gel para dentro dos ambientes confinados e por último, caso seja necessário colocaremos um esterilizador de ambientes.

Cabe ressaltar, que nossa política de preservação preventiva está pautada no conhecimento da temperatura e umidade relativa do ar. Acreditamos que tudo o que conhecemos e podemos medir, poderemos gerenciar, portanto, adotamos o termo-higrômetro eletrônico (manual) como instrumento de medição, uma vez que possuímos mão de obra, altamente qualificada, a disposição da entidade. Descartamos, também, a utilização do termo-higrômetro mecânico, visto que, a experiência demonstrada em outros museus, evidenciou a ineficiência em face da constante troca de papel e da pena, perdendo rapidamente sua precisão, necessitando calibrações constantes.

Com a meta de minimizarmos e controlamos os problemas ambientais, foram adquiridos, no mês de junho de 2005, equipamentos (termo-higrômetro / com relógio digital) e desumidificadores para esse fim.

Através do estudo das plantas baixas e após serem calculados, em metros cúbicos, os espaços que necessitavam ser protegidos, os aparelhos foram estrategicamente dispostos em 5 (cinco) salas e iniciaram o seu funcionamento a partir do dia 07/06/2005.

A museóloga é a responsável pela coleta dos dados gerados pelos termo-higrômetros, e desumidificadores que estão sendo armazenados e gerando gráficos. Os dados são coletados todos os dias e ao final de 1 (um) ano teremos traçado a real situação climática do Memorial da Pediatria Brasileira.

Nossas metas são a de alcançar uma umidade e temperatura constante adequadas à conservação de acervos museológicos. Portanto, temos como objetivo estabilizar esses níveis chegando assim aos parâmetros recomendados pelos Dr. Shin Maekawa e Dr. Faranciza Toledo, ambos pesquisadores do Getty Conservation Institute, dos Estados Unidos da América, para acervos dispostos em regiões quentes e úmidas. O renomado Instituto é referência para todos os museus do mundo, servindo como guia para diversas regiões climáticas.

Por fim, deveremos manter a umidade relativa na faixa de 45% (quarenta e cinco por cento) e a temperatura oscilando entre 19 ºC (dezenove graus centígrados) e 22ºC (vinte e dois graus centígrados), teremos, ainda, que promover a circulação de ar e evitar as flutuações climáticas. Com isso conseguiremos um IP (Índice de Preservação) que nos proporcionará uma maior durabilidade do nosso acervo, ou seja, de no mínimo, 54 anos. Antes do início do controle nossa umidade relativa estava alcançando mais de 95% e a temperatura era superior a 33ºC, condenando o acervo a estar degradado em, apenas, 3 anos.

Nossas próximas ações, no sentido de preservar o acervo exposto, são no sentido de se adquirir um Luxímetro e um Medidor de Ultravioleta, para checarmos os parâmetros de luminosidade e UV. Isso porque, outra forma conhecida de degradação é a induzida por luz, que afeta primariamente materiais orgânicos. A luz é uma forma de energia que rompe as ligações químicas, causando a degradação de forma acumulativa.

No sentido de preservar o acervo, do agente luminoso, estamos mantendo a exposição com as luzes desligadas, quando não há visitação, e, também estamos protegendo todo acervo que não está exposto, colocando-os em invólucros de papel alcalino e, por fim, acondicionando-os em grandes envelopes de papel pardo. Este cuidado evita o manuseio incorreto, a luz e, ainda, a ação dos poluentes que se encontram no ar.

1. Acondicionamento em papel alcalino.
2. Envelopes de papel alcalino.
3. Envelopes de proteção final.

Da Gestão e Musealização

Quando falamos da musealização e gestão de um espaço cultural, estamos nos referindo a todas as ações concernentes a este tipo de negócio, que tem como característica um cunho intelectual muito forte, de resgate da história, sua conservação e preservação e o fomento, é claro, de sua visitação. Portanto, é um trabalho constante de planejamento, realização, análise das ações e correções visando à melhoria contínua. A equipe do Memorial está trabalhando de forma coerente, com vista a torná-lo um espaço cultural sustentável e permanente.

Devido ao acima exposto, torna-se essencial a sua correta regulamentação e legalização. Nesta linha a gestão dos recursos humanos é particularmente singela, visto que, o trabalho em equipe é primordial para dar continuidade às ações. Todos precisam estar sempre motivados e buscando novos desafios. Na atividade cultural é necessária a valorização de todos os envolvidos, explorando da melhor forma as competências particulares de cada um.

Outrossim, o convênio que está sendo firmado com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNI-RIO será de grande auxilio no desenvolvimento das atividades do Memorial da Pediatria Brasileira, pois, proporcionará mão-de-obra especializada e de excelente nível para o implemento dos trabalhos.

O espaço cultural só cumpre seu papel social, quando se integra a sua comunidade. Neste sentido, o primeiro visitante que será explorado, pelo Memorial da Pediatria Brasileira, é o estudantil, principalmente aquele proveniente das escolas situadas no seu entorno, que é ávido e curioso, portanto, quando bem trabalhado, poderá ser um público constante, divulgando para seus amigos e familiares a importância histórica e social deste local. Com a construção da Edícula, passaremos a ter um espaço multidisciplinar que proporcionará a nossa comunidade o que há de melhor em matéria de história e cultura.

Uma forma interessante de divulgar, o Memorial, é através das exposições itinerantes, que serão montadas em outros espaços e, também, poderão viajar pelo país. Esses eventos “extramuros” têm a vantagem de levar o trabalho realizado aqui, bem como seu acervo para outras comunidades, fomentando a curiosidade de quem queira conhecer pessoalmente o espaço.

O desenvolvimento de novas parcerias será realizado através da busca de apóio junto aos Órgãos Públicos, bem como os privados, que possam divulgar Memorial da Pediatria Brasileira, aproveitando, a inclusão em artigos, revistas e outros meios de comunicação gratuitos que possam levar o trabalho, realizado aqui, para um público mais abrangente.

Em nosso trabalho de gestão um dos pontos estratégicos é a elaboração da política, da missão, da visão e de indicadores. Em síntese é a forma pela qual o Memorial vai exteriorizar seus valores e metas. Uma vez redigidos eles serão divulgados no site, e a disposição de quem quiser conhecer a “alma”, do espaço cultural.

Complementando os itens acima, estamos elaborando um instrumento de pesquisa para conhecermos os anseios e a forma pela qual a comunidade nos enxerga. Quanto mais informações, mais chances teremos de lograr êxito em nossos objetivos.

Linhas Finais

Estamos a inteira disposição aguardando a sua visita, certos que proporcionaremos momentos inesquecíveis de história e informação.

Horário de funcionamento:
- 8h às 17h (segunda-feira à sexta-feira)
v Horário de Visitação:
- 9h às 16h (segunda-feira à sexta-feira)
Museóloga: Tatiana Torres Fernandes Castellani - COREM/2ª Região nº 675-I
Bibliotecário: Paulo Henrique da Silva - CRB7 4948

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