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O diagnóstico precoce do câncer infantil

Departamentos Científicos 17/11/2014

aidsO câncer compreende de 1 a 3% de todas as neoplasias malignas em crianças e adolescentes. Calcula-se que, no mundo, ocorram cerca de 200 mil casos anualmente. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que foram 11.840 novas ocorrências em 2014. É a primeira causa de óbito por doença na faixa etária de um a 19 anos de idade, em todas as regiões do Brasil.

Dra. Denise Bousfield da Silva, presidente do Departamento de Oncohematologia da SBP, salienta que os tumores malignos na criança tendem a apresentar menores períodos de latência, crescem quase sempre rapidamente, são geralmente invasivos e respondem melhor à quimioterapia. “A detecção em estádios mais localizados reduz consideravelmente as complicações agudas e tardias do tratamento, além de contribuir para maior percentagem de cura”, enfatiza.  As neoplasias malignas pediátricas mais frequentes são as leucemias, os tumores do sistema nervoso central e os linfomas.

O Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-juvenil (lei nº 11.650, de 4 de abril de 2008), marcado oficialmente para 23 de novembro, visa o estímulo de ações educativas, a promoção de debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças e adolescentes com câncer, além da divulgação dos avanços técnico-científicos da área. É o “novembro dourado”, com a instituição do laço na cor que simboliza a consciência sobre a questão e o estímulo de que monumentos históricos e órgãos públicos utilizem a iluminação amarela.  Parte desse movimento, o Departamento Científico de Oncohematologia da SBP atualizou documento “Como diagnosticar precocemente o câncer infantojuvenil?”, disponível no SBP Ciências. Clique aqui para ler agora.