Workshop Medicina Fetal e Pediatria


Inscrições abertas para profissionais de saúde e toda comunidade 

"Para que toda história infantil tenha um final feliz”

Pela primeira vez serão discutidos em Congresso Nacional da Pediatria aspectos relacionados à Medicina Fetal. Essa é uma área que se dedica ao acompanhamento detalhado de gestações por meio de aconselhamento genético, ultrassonografia e diferentes procedimentos que tem por finalidade o bem-estar do binômio mãe-feto. Atualmente envolve diversas especialidades médicas e de profissionais de saúde, e, dentre eles, com grande destaque o papel dos pediatras.

A Organização Mundial da Saúde definiu malformação congênita como uma anomalia estrutural ou funcional que se manifesta na vida intrauterina, podendo ser diagnosticada no período pré-natal, ao nascimento ou durante a infância (WHO 2016).  São defeitos simples ou múltiplos, de órgãos e partes do corpo. Representam um problema importante de saúde pública. Determinam grande proporção de mortes na infância, elevado número de internações hospitalares, enorme impacto nas famílias e na sociedade de uma maneira geral.

O número de recém-nascidos vivos no Brasil, em 2018,  foi de aproximadamente 3 milhões; desses 3 % a 4 % (90.000 a 120.000) estima-se que apresentem anomalias congênitas.   Em escala mundial, as anomalias congênitas são a quinta principal causa mortis em crianças com menos de 5 anos de idade. Quase um terço das mortes infantís em todo o mundo, são atribuídas às anomalias congênitas, segundo a OMS.

O tratamento do feto tem avançado muito nos últimos anos e para alcançar este objetivo, foi criada uma Rede Fetal Brasileira em vários estados do país, que está em contato direto com centros de tratamento fetal existentes no nosso país e no exterior. A grande maioria das malformações que necessitam cirurgias são operadas após o nascimento dos bebês, mas em certas situações as malformações são passíveis de tratamento cirúrgico intra-útero. E esse tipo de tratamento já é feito em alguns centros, no Brasil.

A identificação correta das alterações é imprescindível para o tratamento necessário para a reabilitação dos pacientes. A cardiopatia congênita é a alteração congênita mais comum e uma das principais causas de morbidade das crianças que nascem com malformações. São responsáveis por 3 a 5% das mortes no período neonatal.  

No Workshop serão abordadas ações preventivas, diagnósticas e terapêuticas destinadas a proteger e assistir a Saúde do Feto.  

Programação:

14:00-14:20 • Conferência - Medicina Fetal e Pediatria – onde essas áreas se encontram

14:20-16:00 • Mesa Redonda: Diagnóstico Fetal

14:20-14:35 • Ultrassonografias obstétricas do primeiro trimestre

14:35-14:50 • Ultrassonografias obstétricas do segundo trimestre

14:50-15:05 • Ecocardiograma fetal 

15:05-15:20 • Ressonância magnética fetal

15:20-15:40 • Diagnóstico laboratorial – o que há de novo? 

15:40-16:00 • Discussão

16:00-16:15 • Intervalo

16:15-17:30 • Cirurgia fetal – onde é possível mudar o prognóstico

16:15-16:30 • Na hérnia diafragmática 

16:30-16:45 • Na meningomielocele 

16:45-17:00 • Em patologias renais e urológicas

17:00-17:15 • Nas cardiopatias congênitas 

17:15-17:30 • Discussão

17:30-17:45 • Atendimento do recém-nascido com malformações - o que muda

17:45-18:00 • O tratamento integral das patologias fetais e congênitas: do diagnóstico fetal ao tratamento pós-natal  

Inscrições abertas para profissionais de saúde e toda comunidade 

Se inscreva e garanta a sua participação.   


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