Rede de Apoio faz diferença no aleitamento materno?

Departamento Científico de Aleitamento Materno 

  • Chamamos de rede de apoio o conjunto de pessoas, grupos e instituições que apoiam a mulher durante a amamentação, de diversas maneiras: dando atenção e carinho, dividindo as tarefas domésticas, participando do cuidado das outras crianças, cuidando de sua saúde, acompanhando-a nas consultas dela e do bebê, ficando com o bebê para ela poder descansar, orientando-a quanto às boas práticas para o sucesso do aleitamento materno, apoiando-a física e emocionalmente durante as dificuldades; incentivando a amamentação quando da volta ao trabalho após a licença-maternidade, oferecendo um local adequado para ela amamentar e/ou retirar o seu leite no trabalho; e outras tantas formas de apoio em outras situações e necessidades do dia a dia.

  • Sim, ela é muito importante. A mulher precisa de tempo e tranquilidade para se dedicar ao novo filho, amamentá-lo e cuidar de si própria. É muito comum a mulher ficar mais sensível e sentir-se sozinha e cansada após o nascimento de um filho. Por isso, além do apoio com as tarefas do dia a dia, ela precisa de atenção, carinho e cuidados. Ela precisa ser ouvida, sem julgamentos, e compreendida nas suas angústias e necessidades. E elogiada pelo seu esforço de amamentar (quem não gosta de um elogio?).  E, muito importante, ela precisa ter espaço para colocar as suas dúvidas e obter informações corretas e úteis. Isso só é possível se ela tiver uma rede de apoio. Esse apoio é muito importante para empoderar a mulher. Uma mulher empoderada tem muito mais chances de amamentar de acordo com os seus planos.

  • Uma boa rede de apoio costuma ter muita gente envolvida: o companheiro/pai da criança; os avós; outros familiares (de sangue ou afetivos); outras mulheres mais experientes; amigos; vizinhos; médicos, enfermeiros, psicólogos e outros profissionais que atendem as mães e seus bebês; creches; colegas de trabalho ou escola/faculdade; e a própria instituição/empresa onde a mulher trabalha. O governo, por meio de políticas públicas, também faz parte dessa rede de apoio, assim como os políticos, ao proporem leis de proteção à amamentação. Ninguém pode amamentar pela mulher, mas qualquer um pode participar fazendo parte da rede de apoio.

Nossos Endereços

SBP-Sede • R. Santa Clara, 292 - Rio de Janeiro (RJ) - CEP: 22041-012 • 21 2548-1999 

FSBP • Alameda Jaú, 1742 – sala 51 - São Paulo (SP) - CEP: 01420-002 • 11 3068-8595 

SBP-RS • Av. Carlos Gomes, 328/305 - Porto Alegre (RS) - CEP: 90480-000 • 51 3328-9270 / 9520