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Adolescência: um manual para os pais

Saiu na imprensa 08/10/2011

Natalia Cuminale
De Salvador

adolescente e mãe

Pela primeira vez, a Sociedade Brasileira de Pediatria lança um guia sobre adolescência voltado para os pais. Livro traz valiosas instruções sobre temas controversos como sexualidade e drogas, e dicas práticas de saúde. Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

 

“Pais tendem a achar que há algo errado com seus filhos, mas não há”, diz autor de guia sobre adolescentes

Pediatra acredita que a aproximação dos jovens e seus pais é essencial para um crescimento saudável e sem desvios para comportamentos de risco

08/10/2011 – 08:03
Natalia Cuminale
De Salvador

adolescente e mãe

Paulo César Pinho Ribeiro, um dos autores do livro Filhos – Adolescentes de 10 a 20 anos de idade, da Sociedade Brasileira de Pediatria, trabalha há 22 anos como especialista em medicina da adolescência. Em seu consultório, escuta preocupações bastante variadas dos pais, que vão desde o consumo de substâncias ilícitas até o medo relacionado à sexualidade dos filhos. Em entrevista ao site de VEJA, diz que a aproximação dos jovens e seus pais é essencial para um crescimento saudável e sem desvios para comportamentos de risco, e que muitas vezes os pais inquietam-se sem razão. Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

 

 

Médicos precisam de maior treinamento para reconhecer sinais que podem atrasar o desenvolvimento infantil

Segundo pediatras, também é preciso prestar atenção ao que os pais dizem

11/10/2011 – 14:26
Natalia Cuminale
De Salvador

criança com urso

 

As primeiras visitas a um consultório pediátrico giram em torno de questões básicas: amamentação correta, ganho de peso do bebê no tempo certo ou a presença de alguma doença. Muitos pediatras, porém, deixam de prestar atenção a outros aspectos importantes no desenvolvimento infantil. Nesse período, sintomas menos óbvios podem esconder problemas que trazem reflexos para a vida adulta. Estima-se que 16% da população infantil têm algum problema de desenvolvimento ou de comportamento — desde dificuldades motoras e de linguagem a problemas como autismo e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).

“Se a criança não fala até os 16 meses, por exemplo, é um sinal de alerta”, diz Ricardo Halpern, presidente do departamento científico de desenvolvimento e comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

 

“Interagir com a criança é muito importante para o seu desenvolvimento”, diz pediatra americana

Em entrevista, Mary Young explica que, nos primeiros anos de vida, o cérebro é extremamente suscetível aos estímulos recebidos pelos pais e pelo ambiente

11/10/2011 – 17:15
Natalia Cuminale
De Salvador

criança com pai e mãe

 

Em seus primeiros anos de vida, crianças são extremamente suscetíveis a diversos estímulos — das atitudes dos pais às influências do meio ambiente. Até os três anos de idade, o cérebro está mais sensível e tem uma capacidade maior de mudar e melhorar. Isso é importante porque, se receber os estímulos necessários, uma criança tem mais chances de crescer com saúde, de desenvolver a linguagem e ampliar as capacidades de aprendizado. É o que explica Mary Young, responsável por supervisionar e coordenar um trabalho no Banco Mundial voltado para o desenvolvimento na primeira infância. Clique aqui para ler a matéria na íntegra.
 

Crianças enfrentam doenças relacionadas à obesidade cada vez mais cedo

Pacientes mirins com excesso de peso podem ter que lidar com síndrome metabólica – a mesma que atinge os adultos –, convivendo com hipertensão, colesterol alto e diabetes desde cedo

12/10/2011 – 11:41
Natalia Cuminale
De Salvador

pés medindo peso

 

Prevenir o ganho de peso das crianças e evitar uma evolução para o quadro de obesidade é o grande desafio atual dos pediatras brasileiros. O número de crianças pequenas acima do peso é cada vez maior: dados do IBGE já mostraram que em meninos e meninas entre 5 e 9 anos as taxas de obesidade cresceram cerca de quatro vezes em um período de dez anos, de 4,1% a 16,6% e 2,4% para 11,8%, respectivamente. Por isso, crianças estão apresentando doenças antes quase que exclusivas de adultos, como a síndrome metabólica, convivendo com hipertensão, colesterol alto e diabetes desde cedo.

Diante desse quadro, existe a necessidade de frear esse crescimento o mais depressa possível. “A percepção dos pais é totalmente equivocada. Muitos não reconhecem que o filho está acima do peso e outros acham que gordura é saúde”, explica Virgínia Rezende Silva Weffort, presidente do departamento de nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Clique aqui para ler a matéria na íntegra.