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SBP participa de lançamento de campanha do INCA

SBP em Ação 12/02/2016

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A importância da prevenção das doenças crônicas não transmissíveis a partir da infância foi salientada pelo presidente da SBP, Eduardo da Silva Vaz, na última quinta-feira, no Rio de Janeiro, na última quinta-feira, Dia Mundial do Câncer. O evento, realizado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), reuniu o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, diversos profissionais da área e representantes da sociedade civil, com objetivo de reforçar as escolhas saudáveis na alimentação e estimular a prática de atividades físicas como fatores de proteção contra vários tipos de câncer e outras doenças não transmissíveis. Na ocasião, foi lançada a campanha “Nós podemos. Eu posso: atitudes saudáveis para o controle do câncer”, baseada no tema sugerido pela União Internacional para Controle do Câncer (UICC) para os próximos três anos. 

Dr. Eduardo lembrou que a obesidade e a alimentação não saudável durante a gestação e os primeiros anos de vida da criança, a utilização de sucos artificiais e refrigerantes, a falta de atividades físicas, o consumo excessivo de álcool, principalmente por adolescentes, e o tabagismo “são algumas das causas mais importantes que podem provocar o câncer na vida adulta”. 

Outro fator que merece a atenção dos pediatras, segundo o presidente da SBP, é a incidência de câncer relativo à radiação. “Precisamos avaliar o uso indiscriminado de tomografia computadorizada (TC) na infância, principalmente nesse período em que enfrentamos a epidemia causada pelo zika vírus, pois a radiação, somente nos Estados Unidos, é responsável por milhares de mortes anualmente ”, frisou. 

O dirigente da SBP também enfatizou que o pediatra é o profissional mais apto a fazer a prevenção das doenças crônicas não transmissíveis, e que é preciso “valorizar o atendimento de puericultura nos primeiros anos de vida, período em que é possível interferir no ambiente em vive a criança, diminuindo o estresse tóxico que gera tantas patologias no adulto”.

Clique aqui e leia texto veiculado pelo INCA

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