12/06/2026

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) transmitiu, por meio do site da entidade, uma nova live exclusiva para associados, desta vez, para atualizar os pediatras em relação ao tema “Algoritmo do tratamento da rinofaringite e sinusite”. O encontro virtual, promovido no dia 2 de junho, foi moderado pelo secretário do Departamento Científico de Alergia da SBP, dr. Gustavo F. Wandalsen.

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A apresentação da aula ficou a cargo da presidente do Departamento Científico de Otorrinolaringologia Pediátrica da SBP, dra. Renata Cantisani Di Francesco. Na oportunidade, ela destacou a importância da avaliação clínica criteriosa do paciente para diferenciar casos de rinite alérgica de outras doenças respiratórias frequentes na infância, como gripes e resfriados.

Durante a sua fala, a especialista ressaltou que a rinite alérgica é um quadro comum e, nesse sentido, muitas vezes subvalorizado, apesar de produzir impacto na qualidade de vida de crianças e adolescentes. Entre os principais sinais clínicos que devem ser observados estão congestão nasal, coriza, espirros e prurido recorrentes.

Ao longo da atividade, também foram abordados tópicos sobre diagnóstico diferencial e as possibilidades terapêuticas de acordo com a classificação da rinite alérgica (leve, intermitente ou persistente). Além disso, segundo pontuou, o tratamento deve ir além do controle dos sintomas, incluindo atenção especial às possíveis comorbidades associadas, como distúrbios do sono, desarmonias craniofaciais, rinoconjuntivite, entre outras.

SINUSITE – Conforme indicou a dra. Renata Di Francesco, uma rinite não tratada ou um quadro de infecção das vias aéreas superiores pode evoluir para rinossinusite. Nesse contexto, caso o pediatra constate infecção bacteriana, atualmente o tratamento mais indicado para melhorar secreção nasal e tosse é por meio do uso de corticosteroides. Na ocasião, os especialistas responderam ainda a uma série de perguntas encaminhadas pelos espectadores do evento.

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