De acordo com o relatório, a oferta de profissionais treinados e o acesso a insumos básicos, como água limpa e desinfetantes, e a práticas saudáveis, como a amamentação dentro da primeira hora, contato de pele com pele (entre mãe e bebê) e boa nutrição, poderiam fazer a diferença.
Tudo tão simples que não deixa dúvidas: a morte dos recém-nascido é consequência direta da precariedade da assistência no País, o qual deveria assegurar, por meio de sua rede pública, o acesso ao pré-natal, aos médicos e outros profissionais bem treinados, a medicamentos e a leitos de internação e de UTI, dentre outros itens necessários.
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) está convicta de que é possível dar um basta a essa situação: com o engajamento dos profissionais, o apoio da população e, principalmente, com a decisão política dos gestores de priorizar o enfrentamento desse problema multifatorial. Somente com o pleno envolvimento desses três segmentos, os indicadores de mortalidade e de morbidade cairão e a assistência poderá ser de qualidade! Leia a mensagem na íntegra.
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