Se não houver redução de acidentes após regulamentação, produto pode até ser banido.
LUCIANA CASEMIRO
ANDREA FREITAS

Fabricantes deverão seguir normas específicas de produção que terão como principal objetivo ampliar a segurança, diz o Inmetro Reprodução da internet
RIO – O risco de acidentes com andadores infantis, principalmente por tombamento, comprovado por testes recentes, levou o Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) a decidir pela certificação compulsória do produto. Assim, os fabricantes deverão seguir normas específicas de produção que terão como principal objetivo ampliar a segurança. Apesar da certificação ser um passo em direção à redução de acidentes, ela não acaba com a polêmica em torno do produto. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e ONG Criança Segura defendem o banimento dos andadores do mercado brasileiro. O diretor da Qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo, explica, no entanto, que não é possível dar um passo tão radical antes de passar pela certificação, como defende a indústria:
— Nós avaliamos as fundamentações das partes, analisamos as regulações de organizações congêneres ao Inmetro no exterior, e o único país que baniu o produto foi o Canadá, os demais, aumentaram o rigor das normas, caso de Austrália, Estados Unidos e europeus.
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