Publicado em 25 de junho de 2020
Crianças e adolescentes estão sem frequentar escolas há mais de três meses. De repente, tiveram que se adaptar às aulas remotas, perderam o contato com os amigos e avós e passaram a temer a morte. Todos esses fatores mexeram com a saúde mental dos mais jovens. De acordo com Roberto Santoro, coordenador de Saúde Mental da Sociedade Brasileira de Pediatra (SBP) e membro da Sociedade Psicanalítica do Rio, Rodrigo Santoro, é preciso que os pais e responsáveis procurem um especialista ao perceberem transformações de comportamento. “Devido à pandemia, houve um aumento grande de crianças e adolescentes com quadros de insônia, angústia, medo, perda ou excesso de apetite. Nos casos de depressão, os sintomas mais comuns são irritabilidade, agressividade e desânimo”, diz.
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