Publicado em 15 de agosto de 2018
Relatórios das Nações Unidas apontam que, nos últimos 20 anos, médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde passaram a lançar mão, cada vez mais, de intervenções desnecessárias no momento do parto. Além disso, práticas consideradas invasivas e desrespeitosas, que indicam violência obstétrica, também se tornaram mais frequentes.
(...) Para buscar um atendimento menos intervencionista, mais acolhedor e respeitoso, um conjunto de práticas adotadas em diversos hospitais e locais especializados deu origem a um novo modelo de atendimento: o parto humanizado.
O modelo de parto humanizado também busca seguir orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), como o corte tardio do cordão umbilical. “Diversos estudos mostraram os benefícios de fazer essa separação só depois que o cordão para de pulsar ou aguardar pelo menos três minutos após o nascimento do bebê, mas, ainda assim, vários profissionais vão contra essas orientações”, alerta a enfermeira obstetra.
Síndrome de Alagille em Pediatria no Brasil e os Inibidores do Tr...
23/01/2026 , 09:44
PEDCAST SBP: "Passeios com crianças no verão: dicas e cuidados"
19/01/2026 , 16:06
Episódio final do RP Convida recebe o dr. Clemax Couto Sant’Anna
13/01/2026 , 10:54
PEDCAST SBP: "Férias escolares"
12/01/2026 , 13:04
PRN-SBP finaliza série de capacitações em Rondônia
09/01/2026 , 10:31
Exame para Área de Atuação em Medicina Paliativa: inscrições aber...
08/01/2026 , 15:46