Thamyres Dias
Mãe de Gael, de 1 ano, a artista plástica Karla Koehler decidiu: vai amamentar o filho até os 2 anos. Infelizmente, entretanto, ela não é regra. Segundo um relatório da Unicef, só 32,6% dos bebês mamam exclusivamente no peito nos seis primeiros meses de vida. Para incentivar essa escolha, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e o Ministério da Saúde lançam hoje a 21ª Semana Mundial da Amamentação, que tem a cantora Wanessa como madrinha.
- Amamentar, para mim, é muito importante. O Gael tem uma saúde ótima, quase não fica doentinho – conta Karla, de 24 anos.
Para o obstetra Jurandir Piassi, muitas mulheres deixam de amamentar por falta de conhecimento.
- Elas ainda não entendem a importância para a nutrição, imunidade, crescimento e desenvolvimento motor dos seus filhos – afirma o especialista do Bronstein Medicina Diagnóstica.
Outras mamães temem que a amamentação possa ter consequências para o corpo.
- Isso é um erro. A energia para produzir o leite ajuda até a emagrecer – explica Dias Rego, pediatra do Prontobaby – Hospital da Criança e autor do livro “Aleitamento Materno: Um guia para pais e familiares”.
Além disso, o gesto pode evitar doenças, como o câncer de mama e a diabetes.
- A mulher que amamenta pelo mesnos seis meses ganha uma proteção natural e permanente – explica Anastasio Berrettini, presidente da Comissão de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Mastologia.
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