Publicado em 17 de março de 2018
A cobertura vacinal entre as futuras mães é bastante insatisfatória no Brasil. Um exemplo é a adesão à tríplice bacteriana acelular (difteria, tétano e coqueluche) que chegou a apenas 38,48% em 2017. Outras coberturas que deixam a desejar é a dupla bacteriana, contra difteria e tétano (59,06%, em mulheres em idade fértil, de 2013 a 2017); hepatite B (56,4%, de 1994 a 2017); e influenza/gripe (79,31%, em 2017).
Os dados foram divulgados pela coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Carla Domingues, durante o lançamento da campanha "Calendário de vacinação da gestante: “Um sucesso de proteção para mãe e filho", criada pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), com apoio do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Sociedade Brasileira de Infectologia.