16/10/2018

Publicado em 5 de setembro de 2018 – Giulia Vidale

Era uma vez crianças que pararam de pular corda, de jogar cinco-marias, de virar-se contra a parede no esconde-esconde e de passar o anel. Era uma vez pais que já não sabem — ou não querem — tirar os filhos do magnetismo incontornável e conveniente dos aplicativos para smartphones e tablets. Era uma vez uma sociedade que esqueceu como se brinca sem estar conectada em onipresentes redes wi-fi.

(…) A Academia Americana de Pediatria, referência internacional na sua área, acaba de orientar formalmente seus profissionais a receitar brincadeiras diárias a todas as crianças. Moral da história: brincar é o melhor remédio.

(…) Pequeninos de até 6 anos passam, em média, 4,5 horas em frente a algum dispositivo eletrônico — pelo menos o dobro do tempo considerado saudável.

“Os aparelhos on-line não estão proibidos, o grande problema é o exagero”, diz Liubiana Arantes de Araújo, presidente do Departamento Científico de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Leia a matéria na íntegra.