Publicado em 29 de maio de 2019
A situação é comum para a maioria dos pais e mães: de repente, chega por aquele grupo de mensagens da família, da escola ou dos amigos uma “descoberta recente”, alertando contra os perigos de uma vacina da época para as crianças. São clássicos também os “entendidos” sem base científica, com um palpite sobre como amamentar, ou com dicas daquele joguinho ótimo para baixar no celular e acalmar os pequenos. Sem falar no clássico debate dos times contra e a favor da chupeta. Como não se alarmar com algo supostamente perigoso para os filhos ou não pensar seriamente em testar uma daquelas dicas milagrosas?
A internet e redes sociais dão acesso a informações e serviços extremamente úteis para ajudar na tarefa de educar crianças e proteger sua saúde. Mas esses mesmos recursos também podem disseminar notícias falsas com a mesma facilidade e com potencial devastador.
Desenvolvida pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), juntamente com a Pfizer, a campanha Mais que um Palpite tem o objetivo de combater a onda de desinformação e de fake news que circulam pela internet sobre saúde infantil, com base em dados e em especialistas da área.