Publicado em 28 de janeiro de 2020 – por Natália Cancian
Programas direcionados à questão da abstinência sexual não são eficazes para retardar o início das relações sexuais entre adolescentes ou alterar comportamentos de risco.
A avaliação consta de documento inédito elaborado pelo Departamento Científico da Adolescência da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) e previsto para ser enviado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e ao da Saúde.
(…)Presidente da SBP, Luciana Rodrigues da Silva diz à Folha ver a proposta como preocupante. Ela afirma que o órgão irá solicitar ao governo que reveja a medida.