19/05/2023

As edições dos números 7 a 10 do Reporte Semanal 2023 do Jornal de Pediatria (JPED), estão disponíveis para leitura. Os informativos trazem temas como imunização em pediatria; prevalência e fatores associados à violência física contra crianças no Espírito Santo; tendência de stunting (baixa altura para idade) em crianças menores que cinco anos na região norte do Brasil; e choque séptico em crianças com câncer.

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O reporte nº 7 traz o suplemento “Imunização em Pediatria” comentado pelo dr. Marco Aurélio Sáfadi, que é presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). No texto, o especialista ressalta que o suplemento apresenta artigos sobre a retomada da cobertura vacinal em crianças durante e após a pandemia, lições aprendidas de pandemias anteriores, impacto das vacinas pneumocócicas e as novas estratégias para imunização contra o vírus sincicial respiratório.

Com o tema “Physical violence against children in Espírito Santo, Brazil: prevalence and associated factors”, o reporte nº 8 conta com comentários da dra. Luci Pfeiffer, presidente do Departamento Científico de Segurança da SBP. O artigo trata de um estudo transversal sobre os casos notificados de violência contra crianças, no estado brasileiro do Espírito Santo, nos anos de 2011 a 2018, com foco na violência física.

Já o reporte de nº 9 trouxe a dra. Elza Daniel de Mello, professora titular do curso de Medicina e do Programa de Pós-graduação da Saúde da Criança e do Adolescentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), comentando o artigo “The tendency of stunting among children under five in the Northern Region of Brazil, according to the food and nutrition surveillance system, 2008-2017”. Para a especialista, não há dúvidas sobre a importância do estudo, mas deve-se considerar que o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) deveria ser uniforme entre os estados e que não há como controlar a qualidade da aferição dos dados antropométricos.

Por fim, o reporte nº 10 tem como tema “Children with malignancies and septic shock – an attempt to understand the risk”. O responsável pelos comentários é o dr. Paulo Ramos David João, professor assistente da Faculdade Positivo, no Paraná. O estudo mostra que, para melhores desfechos, o diagnóstico de sepse deve ser precoce e que entre pacientes oncológicos a taxa de mortalidade é maior. Além disso, os fatores de risco encontrados no estudo podem ser extrapolados aos pacientes não oncológicos.