Publicado em 29 de março de 2017. Com o surto de febre amarela no Espírito Santo e a confirmação da primeira morte em Cariacica, região metropolitana de Vitória, a preocupação com a vacinação fica ainda mais evidente entre a população. Mas entre os pais ainda há muita dúvida sobre o risco que a vacina pode …
Publicado em 29 de março de 2017.
Com o surto de febre amarela no Espírito Santo e a confirmação da primeira morte em Cariacica, região metropolitana de Vitória, a preocupação com a vacinação fica ainda mais evidente entre a população. Mas entre os pais ainda há muita dúvida sobre o risco que a vacina pode oferecer para crianças – fase em que há um calendário vacinal muito mais intenso para prevenir outros problemas.
Em entrevista ao programa CBN Cotidiano, Renato Kfouri, presidente o do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que deve haver atenção quando a criança tiver com menos de seis meses de idade; for portadora de algum quadro de imunodeficiência (primária ou adquirida); esteja sendo submetida a terapias imunossupressoras (quimioterapia, radioterapia, corticoides em doses elevadas, etc.), e tiver restrições ao ovo, por exemplo.
Clique aqui e ouça a entrevista completa.
