Diagnóstico é raro, mas alterações emocionais e estresse tóxico no início da vida podem agravar risco do transtorno no resto da infância e no futuro
Publicado em 22 de maio de 2020
(…) Geralmente, o diagnóstico é feito só por volta dos seis anos. Antes disso, é raro que a criança seja considerada oficialmente deprimida. “O que temos são outros quadros semelhantes, muitas vezes ligados a fatores ambientais e situações da vida da criança”, explica Roberto Santoro, psiquiatra coordenador do Grupo de Trabalho sobre Saúde Mental da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).