Publicado em 01 de novembro de 2019 – por José Maria Tomazela
SOROCABA – Voluntários e ambientalistas que trabalham na remoção das manchas do óleo que chegam às praias brasileiras correm o risco de sofrer danos que vão além das irritações na pele, podendo comprometer órgãos como o fígado, os rins e os pulmões.
O alerta, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), leva em conta que esse trabalho não tem sido realizado com os cuidados necessários para evitar intoxicações. Já a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), adverte que crianças e adolescentes estão ainda mais expostos a esse risco.