O estudo das doenças alérgicas é tema de interesse para toda a sociedade, tanto no que se refere aos aspectos de saúde pública como no que diz respeito aos aspectos da vida diária. Estima-se que mais de um quarto da população brasileira apresente algum tipo de alergia, sobretudo entre as crianças e os adolescentes 1 . O aumento progressivo do número de pacientes alérgicos resulta em custo elevado para a eco-nomia em decorrência das hospitalizações, do absenteísmo escolar e ao trabalho. Bem mais difícil é a mensuração do prejuízo à qualidade devida e do risco ao pleno crescimento e desenvolvimento dos pacientes pediátricos que apresentam atopia. Todos esses fatores acarretam uma busca intensa de medidas preventivas em níveis primário e secundário que sejam eficazes 2 .