Você já se deu conta de quantas horas o seu filho passa jogando em algum dispositivo eletrônico? "Saber se uma criança ou adolescente está dependente de jogos não é como identificar um alcoólatra. É mais complexo". Assim explica a dra. Evelyn Eisenstein, do Departamento Científico de Adolescência da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
A Organização Mundial de Saúde (OMS) incluiu no último semestre a obsessão por videogames como um dos problemas de saúde mental que constam na 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID). O órgão descreve a compulsão por jogos eletrônicos como um padrão de comportamento persistente ou recorrente podendo se tornar tão intenso que toma a preferência sobre outros interesses da vida.