01/12/2017

Publicado em 01 de julho de 2017 – por Juliana Sodré e Rafaela Matias    

Receber anotícia de que existe um bebê a caminho já é maravilhoso. Imagine só a emoção dos papais e das mamães que descobrem que haverá não um, mas dois deles (ou três, quatro, cinco…). Passada a alegria inicial, é provável que surja uma avalanche de questionamentos sobre o que virá pela frente. Ainda há muitas incertezas e especulações sobre os gêmeos. Será que um sente o que o outro sente? As digitais são iguais? Eles podem desenvolver linguagens secretas? 

Fomos atrás de especialistas para ajudar a esclarecer essas e outras dúvidas. Ouvimos a neuropediatra Cláudia Machado, do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG; a fonoaudióloga da Unicamp Naraí Lopez Barbetta, que teve o desenvolvimento gemelar como objeto de estudo no mestrado e no doutorado; a psicóloga Edna Lúcia Tinoco Ponciano, especializada em família e professora do Instituto de Psicologia da UERJ; o médico Ricardo Halpern, membro do Departamento Científico e de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o médico Salmo Raskin, secretário do Departamento Científico de Genética da SBP; e a médica Cláudia Ramos, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da UFMG.  

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