05/02/2018

Publicado em 3 de fevereiro de 2018 – por Herton Escobar

A ressurgência da febre amarela no Brasil trouxe à tona a necessidade de desenvolver uma nova vacina contra a doença, com menos risco de efeitos adversos. A vacina atual, usada desde a década de 1930, é comprovadamente segura, mas há casos raros de pessoas doentes – que chegam a morrer após a injeção.

(…) De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, a vacina é, de maneira geral, bem tolerada e a partir do terceiro ou quarto dia da imunização, observa-se em aproximadamente 2% a 5% dos vacinados sinais de febre, dor de cabeça e dores musculares.

(…) Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, raramente foram associados à vacina efeitos adversos graves como reações anafiláticas, doença viscerotrópica e doença neurológica. No Brasil, entre 2007 e 2012, foram relatados aproximadamente um evento adverso grave em cada 250 mil doses administradas. Nos Estados Unidos, entre 2000 e 2006, foi identificada uma taxa de 4,7 eventos adversos graves para cada 100 mil doses de vacina distribuídas".

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